15/04/14

Boa Páscoa

A Escola Livre do Algarve deseja a todos uma Páscoa Feliz!

(aguarela pintada por uma aluno da 2ª classe)



(desenho feito com giz no quadro da sala do 5º e 6º ano, pela prof.  Susana Alves)

28/03/14

Tricotar neurónios

À sexta-feira, é dia de tricot. É dia de exercitar a motricidade fina. É dia de esculpir a inteligência.







24/03/14


Queridos pais e amigos,


o Dr. Mauro Menuzzi, médico antroposófico que nos acompanha, virá mais uma vez ao Jardim de Infância Waldorf Internacional para observar as nossas crianças, fazer reuniões e uma palestra para os pais e amigos do Jardim.

Estará connosco nos dias 26, 27 e 28 de Março.

Dia 26 de Março às 20h00
Palestra para os pais e amigos do Jardim de infância com o tema: As Necessidades Terapêuticas Atuais das Nossas Crianças", às 20h00.


Contamos com a vossa presença e com a vossa colaboração na divulgação deste evento!!

Um abraço

P'la Equipa do Jardim de Infância

Ana Filipa Brito



22/03/14

Mercado de Primavera II

Na passada quarta-feira. o Jardim de Infância Internacional Waldorf encheu-se de adultos e crianças que se juntaram para festejar a chegada da primavera...







17/03/14

Mercado de Primavera I



16/03/14

workshop


15/03/14

"Com clareza, o ser humano só vê no mundo exterior,
O que consegue irradiar com a luz de seu interior."
Rudolf Steiner









Aguarelas pintadas pelas crianças da 3ª e 4ª classe (sala da Romanzeira).

08/03/14

Carnaval

No carnaval, inspiradas pelo tema Diferentes Culturas, as nossas crianças mascararam-se assim...






 



















































 



























 




27/02/14

"Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores, 
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,  
e os frutos dão sementes, 
e as sementes preparam novas árvores.  

E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas. […]"

António Gedeão






 Aguarelas pintadas pelos alunos da Sala da Romanzeira (3ª e 4ª classes).

26/02/14


25/02/14

Calendário da Alma- 26 de Jan a 1 de Fev




" Nas profundezas hibernais se aquece
O verdadeiro existir de espírito;
Pelas forças do coração,
Ele doa o poder de existência
À aparência do mundo;
O fogo da alma no interior do homem
Se fortalece
Opondo-se ao frio do mundo."

              Rudolf Steiner

22/02/14

Ulisses

Desenhos feitos pelos alunos do 6º ano, a ilustrar a terrível tempestade com que Zeus castigou Ulisses, rei de Ítaca.





17/02/14

Calendário da ALMA 16 a 22 Fev




                                              O mundo, ele ameaça atordoar
                                                     A força inata da alma;
                                                Agora, aparece, lembrança,
                                           Iluminando as profundezas do espírito,
                                               E fortalece-me a contemplação,
                                       Que somente através das forças da vontade
                                               Pode a si mesma se manter.

                                                                                                        Rudolf Steiner 

12/02/14

Conto de GRIM- Mãe Hilda

Conto de Grimm - MÃE HILDA 
também conhecido por A DONA OLA ou ainda a DONA FLOCOS DE NEVE.
Uma história para o inverno... Ilustração em lã cardada de Célia Portail

Era vez uma viúva que tinha duas filhas — uma delas era bonita e trabalhadora, ao passo que a outra era feia e preguiçosa. Mas a mãe gostava mais da filha que era feia e preguiçosa, porque ela era sua filha própria; e a outra, que era filha do marido dela, era obrigada a fazer todo o trabalho doméstico, e como tal, era a Gata Borralheira da casa. Todos os dias a pobre garota tinha de sentar-se perto de um poço, que ficava à beira do caminho, e fiava e fiava até que seus dedos sangrassem. 
E então aconteceu que um dia a bobina ficou manchada com o sangue dela, então ela mergulhou a bobina no poço, para remover as marcas de sangue; mas a bobina escorregou das suas mãos e caiu no fundo do poço. Ela começou a chorar, e correu até a sua madrasta e contou a ela o seu infortúnio. Esta porém, repreendeu-a com severidade, e foi tão impiedosa a ponto de dizer, "Como foi você que deixou a bobina cair dentro do poço, você deve pegá-la de volta."

Então a garota voltou até o poço, e não sabia como fazer isso; e como o seu coração estava aflito, ela pulou dentro do poço para pegar a bobina. Ela perdeu os sentidos; e quando acordou e voltou a si novamente, percebeu que estava num lindo campo onde o sol brilhava e milhares de flores estavam desabrochando. Ela começou a vagar pelo campo, e finalmente avistou um forno de padaria repleto de pães, e o pão gritava para ela, "Oh, me tire daqui! me tire daqui! ou eu vou me queimar; já estou assado há muito tempo!" Então ela se aproximou dele, e tirou todos os pães, um após o outro, com uma pá de pegar pães.

Depois disso, ela continuou andando até que encontrou uma árvore repleta de maçãs, que gritaram para ela, "Oh, chacoalhe o galho! chacoalhe o galho! porque nós estamos todas maduras!" Então, ela chacoalhou a árvore, até que caiu uma chuva de maçãs, e ela continuou chacoalhando até que todas tivessem caído, e quando ela tinha apanhado um montão delas, ela seguiu seu caminho.

Finalmente ela chegou numa casa pequenina, onde uma velhinha estava espiando; mas ela tinha dentes tão grandes que a garota ficou assustada, e teve vontade de fugir.

Mas a velhinha gritou para ela, "Do que você tem medo, minha menininha? Fique aqui comigo; se você fizer todo o trabalho de casa direitinho, você mostrará que é uma boa menina. Somente você deve tomar muito cuidado para arrumar bem a minha cama, e você deve sacudir bem forte até que as penas voem — e então é como quando a neve cai sobre a terra. Eu sou a Dona Ola."[1]

Como a velhinha falava de um modo tão gentil com ela, a garota tomou coragem e concordou em fazer o serviço. Ela fez todo o serviço para satisfação da velhinha, e sempre sacudia a cama dela com tanta força que as penas voavam por todo lado e caíam como flocos de neve. Então ela tinha uma vida agradável ao lado da velhinha; que nunca se zangava; e comia comida boa todos os dias.

Durante algum tempo ela ficou em companhia de Dona Ola, e depois ela começou a ficar triste. A princípio, ela não sabia qual era o problema que a aborrecia, mas aos poucos ela foi descobrindo que era saudade da sua casa: embora ela fosse mil vezes mais feliz aqui do que na sua casa, mesmo assim ela sentia uma grande vontade de estar lá. Por fim, ela acabou dizendo para a velhinha, "Estou com muita saudades de casa; e embora eu seja muito feliz aqui, não posso ficar mais; preciso voltar para a minha família."

Dona Ola disse, "Fico feliz que você sinta saudade da tua casa, e como você me serviu com tanta dedicação, eu mesma vou te levar de volta." Dito isto, ela pegou a menina pela mão, e a levou até uma porta muito grande. A porta estava aberta, e assim que a donzela estava passando bem debaixo dela, uma pesada chuva de ouro começou a cair, e todo ouro ficava colado no corpo dela, até que ela ficou completamente coberta do metal.

"Tudo isso será teu porque você é muito esforçada," disse a Dona Ola; e ao mesmo tempo deu de volta a ela a bobina que ela havia deixado cair dentro do poço. E então a porta se fechou, e a pequena donzela se viu deitada no chão, não muito distante da casa da sua madrasta.

E a medida que ela caminhava em direção ao quintal ela avistou um galo que estava pousado ao lado do poço, e gritou — "Cocoricó! A menina de ouro voltou para casa!" Então ela foi até sua mãe, e quando ela se aproximou toda coberta de ouro, ela foi bem recebida, tanto por ela como pela irmã.

A garota contou tudo o que aconteceu a ela; e assim que a mãe ficou sabendo como ela conseguiu tanta riqueza, ela ficou muito desejosa que a sua filha, feia e preguiçosa, tivesse a mesma sorte. A única coisa que ela tinha de fazer era ficar sentada ao lado do poço e fiar e fiar; e para que a bobina ficasse manchada de sangue, ela precisou encostar a mão num espinheiro para que seu dedo fosse picado. Depois, ela atirou a bobina dentro do poço, e em seguida pulou dentro dele.

Ela se viu então, no mesmo e belo campo, como a sua outra irmã, e percorreu os mesmos caminhos. Quando ela chegou perto da fornalha o pão gritou novamente, "Oh, me tire daqui! me tire daqui! ou eu vou me queimar; há muito tempo que já estou assado!" Mas a pequena preguiçosa respondeu, "Como se eu tivesse alguma vontade de me sujar!" e continuou seu caminho. Pouco depois, ela encontrou o pé de maçãs, que falou para ela, "Oh, chacoalhe o galho! chacoalhe o galho! As maçãs estão todas maduras!" Mas ela respondeu, "Eu gostaria de fazer isso! mas uma de vocês poderia cair na minha cabeça," e continuou andando.

Quando ela chegou à cada de Dona Ola ela não ficou com medo, porque ela já tinha ouvido falar dos dentes grandes que ela possuía, e logo começou a fazer todo serviço que precisava ser feito.

No primeiro dia ela se esforçou para trabalhar com dedicação, e obedecia à Dona Ola quando esta lhe pedia para fazer alguma coisa, pois ela estava pensando em todo ouro que a velhinha lhe daria. Mas no segundo dia ela começou a ficar com preguiça, e no terceiro dia com mais preguiça ainda, até que ela não queria mais levantar cedo de jeito nenhum. Ela nem sequer arrumava a cama de Dona Ola como deveria, e não sacudia a cama com força até que as penas começassem a voar.

Dona Ola então se cansou de tanta preguiça, e falou para ela para que se fosse dali. A menina preguiçosa estava mesmo querendo ir embora, e pensou que naquele momento uma chuva de outro começaria a cair. Dona Ola a conduziu até uma porta muito grande; mas quando ela estava bem debaixo da porta, ao invés de ouro uma chuveirada de alcatrão caiu por todo seu corpo. "Esta é a recompensa pelos teus serviços," disse a Dona Ola, fechando a porta.

E então a menina preguiçosa foi para casa; mas ela estava totalmente coberta de alcatrão, e o galo estava sentado ao lado do poço, e assim que ele viu a menina, exclamou — "Cocoricó! A menina cheia de alcatrão chegou!" Mas o alcatrão estava tão grudado no corpo dela, que não pode ser removido durante toda a sua vida.

NOTA: Se procurar a edição completa dos contos de Grimm, segue o link
 https://www.facebook.com/paginasiopa?ref=hl#!/photo.php?fbid=10151867440772677&set=a.10150194263447677.305208.274505787676&type=1&theater

10/02/14

Calendário da ALMA 9 − 15 Fev


                                                          O poder do pensar se consolida

                                                        Em união com o nascer do espírito,
                                                                   Dá plena claridade
                                                      Aos impulsos obscuros dos sentidos.
                                                                Se a plenitude da alma
                                                      Quiser se unir com o devir do mundo,
                                                              A revelação dos sentidos
                                                        Tem de receber a luz do pensar 

                                                                                                   Rudolf Steiner